quinta-feira, 25 de junho de 2009

A Ostra e a Pérola


“Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas"...
Pérolas são produtos da dor;
resultados da entrada de uma substância
estranha ou indesejável no interior da ostra,
como um parasita ou um grão de areia.

Na parte interna da concha é encontrada uma
substância lustrosa chamada NÁCAR.
Quando um grão de areia a penetra,
as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem
o grão de areia com camadas e mais camadas,
para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola vai se formando.

Uma ostra que não foi ferida,
de algum modo, não produz pérolas,
pois a pérola é uma ferida cicatrizada...

Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas?
Você já sofreu os duros golpes do preconceito?
Já recebeu o troco da indiferença?


ENTÃO, PRODUZA UMA PÉROLA!!!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Ninguém pode estragar o seu dia, a menos que você o permita.

O colunista Sydney Harris acompanhava um amigo à banca de jornal.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.

Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele? - Sim, sou.
- Por que você é tão atencioso e amável com ele, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir. Nós somos nossos "próprios donos".

Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros...
Não são os ambientes que nos transformam, e sim, nós é que transformamos os ambientes.

"Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta".

O mundo é como um espelho, devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.

A maneira como você encara a vida, faz toda a diferença.

Nunca se esqueça: Seu maior sonho na vida e tudo o que você desejar para si mesmo, é sempre muito pequeno, infinitamente sem criativade ou menor, se comparado com aquilo que Deus planejou para você!

desconhecido
(pensador.info)

terça-feira, 16 de junho de 2009

A Felicidade anda por Aí



"Dizem que a vida é curta, mas não é verdade.
A vida é longa para quem consegue viver pequenas felicidades.
E essa tal felicidade anda por aí, disfarçada, como uma criança tranqüila brincando de esconde-esconde.

Infelizmente as vezes não percebemos isso e passamos nossa existência colecionando nãos: a viagem que não fizemos, o presente que não demos, a festa que não fomos, o amor que não vivemos, o perfume que não sentimos.

A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador; quando se é piloto e não passageiro pássaro e não paisagem, cavaleiro e não montaria.

E como ela é feita de instantes, não pode nem deve ser medida em anos ou meses, mas em minutos e segundos.

Esta mensagem é um tributo ao tempo.

Tanto aquele tempo que você soube aproveitar no passado quanto aquele tempo que você não vai desperdiçar no futuro.
Porque a vida é agora..."

"Não tenha medo do futuro, apenas lute e se esforce ao máximo para que ele seja do jeito que você sempre desejou."

"A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos."

Texto de Norman Cuisins

sexta-feira, 12 de junho de 2009

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Como morrem os amores...


Os amores morrem de inanição...
Se não há alimento.
Os amores morrem de decepção...
Se não há sobriedade.
Os amores morrem de ciúmes...
Se lhes faltam alento.
Os amores morrem de quietude...
Se não há cumplicidade.
Os amores morrem de tédio...
Se lhes faltam motivação.
Os amores morrem de egoísmo...
Quando se ama em solidão.
Os amores morrem cedo...
Quando falta compreensão.
Os amores morrem queimados...
No calor de uma discussão.
Os amores morrem sufocados pela mágoa acumulada.
Os amores morrem afogados no mar das mentiras criadas.
Os amores morrem doentes quando somos intransigentes.
Os amores morrem dormindo se a paixão vai se diluindo.
Os amores morrem porque nós o matamos.
Os amores morrem se os sentimentos ocultamos.
Os amores morrem porque não os vivemos.
Os amores morrem.
E, morrendo o amor...
Nós é que morremos...

Jorge Linhaça

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Onde o medo anda


Onde o medo anda, não há guerreiros.

Onde o medo anda, não há calor, só um mar de corpos.

Onde o medo anda, há dor atrás de cada sorriso.

Onde o medo anda, somos arcaicos inertes.

Onde o medo anda, apenas peso na consciência.

Onde o medo anda, a rotina é o prazer.

Onde o medo anda, os fortes usam os músculos.

Onde o medo anda, zumbis manipulados por falsos ideais nos tornamos.

Onde o medo anda, a luz é tomada por sombras.

Onde o medo anda, somos fracos e não podemos vencer.

Onde o medo anda, não há sentido nos sentimentos.

Onde o medo anda, há lamentos nos acontecimentos.

Onde o medo anda, a felicidade vive nos sonhos.

Onde o medo anda, os sonhos são impossíveis de se tornarem reais.

Autoria Desconhecida

quarta-feira, 27 de maio de 2009

A fábula da convivência


Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais.

Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.

E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele forte inverno .

Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, e afastaram-se feridos, magoados, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros.

Doíam muito...

Mas, essa não foi a melhor solução : afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa era glacial.

Sobreviveram...

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios !

É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar !

É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração !

É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor !

É fácil sentir o amor, difícil é conter sua torrente !

Que possamos nos aproximar uns dos outros com amor e serenidade de tal forma que nossos espinhos não firam as pessoas que mais amamos tanto no trabalho, na escola, na igreja, em casa ou na rua.

Autoria desconhecida